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1.
Dividir
a
alimentação
em 3
refeições
principais
e 3
lanches
intermediários.
Isso
evita
que o
indivíduo
fique
beliscando
entre as
refeições,
já que
irá
consumir
pequenos
lanches,
aumenta
o
trabalho
intestinal,
pois
haverá
estímulo
constante
do trato
digestivo
e
aumenta
o gasto
de
energia
para o
metabolismo
dos
alimentos.
Além
disso,
pequenos
volumes
ingeridos
várias
vezes ao
dia
fazem
com que
um
estômago
dilatado
volte
aos
poucos
ao
normal. |
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2.
Deve-se
mastigar
no
mínimo
30 vezes
cada
garfada.
Esta
ação
proporciona
uma
melhor
digestão
e um
melhor
aproveitamento
dos
nutrientes,
maior
gasto de
energia
e uma
menor
ingestão
alimentar,
pois
comendo
devagar,
uma
menor
quantidade
de
alimentos
fará com
o
indivíduo
se sinta
saciado. |
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3.
Deve-se
ingerir
muito
líquido,
principal-mente
água (2
a 3
litros)
para a
manutenção
das
funções
normais
do
organismo,
mas
sempre
no
intervalo
das
refeições. |
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4.
O
açúcar
deve ser
diminuído
ou
substituído
por
algum
outro
adoçante.
É muito
calórico
e não
traz
benefícios
à saúde. |
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5.
As
fibras
devem
fazer
parte da
ingestão
diária
para
assegurar
um bom
funciona-mento
intestinal
e para
auxiliar
na
prevenção
e
tratamento
de
doenças
como o
aumento
do
colesterol
e câncer
de
cólon.
Além
disso,
alimentos
ricos em
fibras
reduzem
a
sensação
de fome.
Recomenda-se
o
consumo
de 20 a
30g de
fibras
por dia. |
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6.
O
exercício
físico,
quando
praticado
de forma
correta
e
orientado
por
profissional
especializado,
acelera
a queima
da
gordura
armazenada,
auxiliando
na
redução
de peso. |
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7.
Fazer as
refeições
em lugar
tranquilo
e sem
pressa.
Nunca se
deve
comer
andando,
vendo
televisão
ou
discutindo
com
alguém.
O
ambiente
deve ser
calmo
para que
as
frustrações
não
sejam
descontadas
no prato
de
comida.
Com
pressa,
o
indivíduo
come
exageradamente
sem
perceber,
pois
demora
mais
tempo
para
sentir
saciedade. |
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8.
Não
dormir
logo
após as
refeições
e não
comer
alimentos
pesados
à noite,
pois
nesse
período
a
digestão
é mais
lenta e
difícil. |